Benefícios do Cloreto de Magnésio PA segundo o Dr. Luiz Moura

cloreto de magnesio

O cloreto de magnésio, mineral essencial para o perfeito funcionamento do organismo, teve seus benefícios esclarecidos pelo Dr. Luiz Moura há décadas.

Responsável pelo funcionamento e equilíbrio das reações que ocorrem diariamente no organismo, o magnésio é um mineral essencial para o crescimento e desenvolvimento ósseo, pela síntese de proteínas, transporte de energia, contribui com o funcionamento de certas enzimas essenciais – as que necessitam de vitamina B1 -, equilibra o cálcio, potássio e sódio, entre outros, e ajuda no bom funcionamento celular e nas atividades hormonais.

Um dos seus principais divulgadores e precursores foi o Dr. Luiz Moura, clínico geral carioca que atuou por mais de 60 anos em prol de diversas técnicas terapêuticas, como o Cloreto de Magnésio PARA MELHORAR A BIOQUÍMICA, a Autohemoterapia (que utiliza o próprio sangue do paciente PARA AUMENTAR QUADRUPLICAR A IMUDADE) e a Caixa Orgônica PARA AUMENTAR A VITALIDADE. Segundo o Dr. Luiz Moura, “o magnésio é de enorme importância no uso do dia-a-dia”, e em sua opinião, “todo mundo deveria tomar, como suplemento alimentar, porque nos alimentos atuais praticamente não há magnésio por conta da monocultura agrícola que empobrece o solo, de vários, mas principalmente deste mineral”.

Entenda a relação entre o médico e a suplementação de magnésio.

Dr. Luiz Moura e o Cloreto de Magnésio P.A.

Em uma famosa entrevista concedida à Ana Martinez e Luiz Fernando Sarmento, publicada em DVD com o título de “Auto-Hemoterapia – Contribuição para a Saúde”, o médico explica a origem do Cloreto de Magnésio, seu uso na história e o modo de preparo e dosagem recomendada. Na entrevista, o Dr. Luiz Moura afirma que as duas funções mais importantes do magnésio são regular o metabolismo do cálcio no organismo, fixar cálcio onde deve haver e eliminar cálcio onde não deve.

A carência de magnésio também foi abordada pelo médico na entrevista: “as calcificações na coluna, as calcificações nas articulações, as calcificações nas artérias, ocorrem por causa dessa carência de magnésio”, reforçou. O especialista ainda apontou que “as calcificações nos rins, cálculos de oxalato de cálcio, ocorrem por falta de magnésio. Basta dar magnésio para o paciente, que ele derrete esses cálculos renais (pedras nos rins), que não sejam os de urato e fosfato”.

Segundo o Dr. Luiz Moura, a razão pela qual a substância deve ser usada é simples: “as plantas precisam muito do magnésio para respirar. O mecanismo clorofílico delas – isto é, a fixação do gás carbônico e eliminação do oxigênio – é o contrário do que nós fazemos. Na planta quem faz é a clorofila, através do magnésio”, explica. As mudanças rurais também fizeram a diferença na absorção de magnésio pelo organismo humano, de acordo com o médico: “o adubo químico que se usa hoje em dia é o NPK – nitrogênio, fósforo e potássio, e não se repõe o magnésio na terra”.

O médico esclareceu também que antes, quando as casas da maioria das cidades tinham fossa, o magnésio eliminado pelas fezes voltava para o lençol freático. Entretanto, hoje, tudo vai para os rios e para o mar, o que causa uma diminuição crescente de magnésio nas terras e, consequentemente, um empobrecimento do mineral na população.

alimentos ricos em magnesio

Alimentos ricos em magnésio

A deficiência nutricional de cloreto de magnésio também pode estar ligada à má alimentação. Hábitos simples e pequenas mudanças na dieta podem ajudar a resolver o problema, como a inclusão de certos alimentos:

Frutas e hortaliças: feijão ervilha, mandioca (raiz), lentilhas, quiabo, batata com casca, fécula de batata, uva passa, soja, abacate, algas marinhas, couve, espinafres, beterraba, banana, folha de beterraba, grão-de-bico e figo seco.

Grãos e derivados: arroz integral, aveia em grãos inteiros, farelo de aveia, cevada, granola, farelo de arroz, farinha de centeio, farelo de trigo, gérmen de trigo, farinha de trigo integral, massas de trigo integral e cereais instantâneos ricos em fibras.

Ainda, as verduras folhosas, como espinafre e acelga, também são excelentes fontes de magnésio, bem como determinadas favas, nozes e sementes, como amêndoas, sementes de abóbora, de girassol e de gergelim. Para garantir o mineral na alimentação, um bom aliado são os sucos de vegetais ou detox.

Entretanto, as quantidades de magnésio nos alimentos dependem diretamente dos níveis de magnésio no solo em que eles são plantados, e atualmente o solo está muito pobre em Magnésio, o que justifica e reforça a importância da sua suplementação diária.

Doenças causadas pela deficiência de magnésio

O funcionamento do organismo é afetado pela carência de magnésio, mineral essencial para a saúde. Entre os sintomas que podem ser ocasionados pela deficiência do magnésio, os mais comuns são as cãibras, ansiedade, cansaço, depressão e insônia.

Outras doenças e complicações mais graves também podem surgir com a carência do mineral, como:

  • Cálculos renais (pedras nos rins)
  • Apatia
  • Convulsões
  • Hiperatividade;
  • Crescimento deficiente
  • Arritmias
  • Irritabilidade
  • Espasmos musculares
  • Flatulência (gases)
  • Colesterol alto
  • Enurese noturna (xixi na cama)
  • Osteoporose
  • Doenças Cardiovasculares
  • Hipertensão Arterial
  • Diabetes
  • Envelhecimento
  • Contração Muscular (câimbra)
  • Sonolência
  • Tensão pré-menstrual

De maneira geral, a alimentação da população costuma ser pobre em magnésio. Por isso, a suplementação do mineral é indicada, principalmente para os praticantes de atividades físicas, pessoas que ingerem bebidas alcoólicas regularmente, em casos de depressão, usuárias de pílula anticoncepcional e de medicamentos diuréticos, ou em situações de estresse e insônia constantes, quando a deficiência do nutriente costuma ser maior.

Outro grupo de risco para a carência do cloreto de magnésio são os idosos e aqueles que foram submetidos a cirurgias intestinais. Entre os sintomas dessa deficiência, estão dores de cabeça, falta de apetite, náuseas, vômitos, fadiga extrema, anorexia, dormência, câimbras, formigamento, contrações musculares, espasmos coronários e arritmias e até mesmo convulsões.

Indicações do cloreto de magnésio P.A.

Incluir o cloreto de magnésio na dieta pode corrigir possíveis deficiências nutricionais, aumentando a qualidade de vida e a longevidade. O uso também foi detalhado pelo Dr. Luiz Moura, bem como seu simples preparo:

  • O Cloreto de Magnésio precisa ser P.A. isto é Puro para Análise, com mais de 99% de pureza, se não for o P.A. não se deve ingerir.
  • A dose correta deve ser 20g ou duas colheres de sopa rasas em um litro de água ou 33g (a embalagem mais comum de ser encontrada nas farmácias) em um litro e meio de água.
  • Após preparado colocar em uma garrafa escura de vidro na geladeira e consumir em até 15 dias.
  • Uso: se a pessoa não tem problemas de saúde, deve tomar 30ml – uma xícara pequena (de café) por dia.
  • Quem tem doenças na coluna, como bico de papagaio ou artrose, deve tomar 60ml – duas xícaras pequenas da solução.
  • Nos casos de cálculo renal de oxalato de cálcio, até três doses podem ser ingeridas por dia.
  • Já para limpar feridas, é necessário o uso de outra solução isotônica: 20g de magnésio de sódio em dois litros de água. Segundo Moura, além de funcionar como desinfetante, a solução estimula o sistema imunológico no local.

Recomenda-se o Cloreto de Magnésio P.A.

Sobre a dosagem correta, o médico esclarece que o cloreto de magnésio vendido nas farmácias na dose de 33g pode se tornar laxante se dissolvido em um litro de água, pois a substância estaria excessivamente concentrada.

De acordo com Dr. Luiz Moura, sobre a validade do Cloreto de Magnésio P.A. antes de ser preparado, “não tem importância se o cloreto de magnésio ficar úmido dentro do recipiente, porque o sal não tem tempo de validade, o magnésio não tem tempo de validade, é eterno”, esclarece.

Segundo especialistas, a concentração de magnésio no organismo deve estar entre 0.7 e 2.2 mmol/l. Confira a tabela de consumo diário recomendado de magnésio pela revista Food and Nutrition Board:

  • Crianças: 170 mg
  • Mulheres: 280 mg
  • Grávidas: 320 mg
  • Lactantes: 355 mg
  • Homens: 350 mg

No que se refere a contraindicações, o Dr. Luiz Moura foi taxativo. “O único caso de contraindicação que existe é se a pessoa tiver insuficiência renal (incapacidade dos rins filtrarem os fluídos corporais), porque o magnésio em excesso se elimina pela urina. Agora, se a pessoa não estiver urinando, aí pode passar de uma hipomagnesemia (falta de magnésio) – que é o comum – para uma hipermagnesemia (excesso de magnésio). Mas só se a pessoa não estiver urinando normalmente”, explicou.

Quem já seguiu as 3 orientações do Dr. Luiz Moura sabe como é fácil e rápido melhorar a Saúde: AutoHemoTerapia, Caixa Orgônica e Cloreto de Magnésio P.A.

O Magnésio Dimalato é outra forma para suplementação de magnésio recomendada por outros profissionais da saúde natural, principalmente pelo Dr. Lair Ribeiro. Mas tudo começou décadas atrás com o saudoso Dr. Luiz Moura.

Por isso fazemos aqui este registro histórico da sua entrevista que trouxe à tona seus conhecimentos de Saúde Natural simples, acessível e eficaz para a população.

Nosso Muito Obrigado Dr. Luiz Moura.

  • Luiz Moura nasceu em 4 de Maio de 1.925 e faleceu com 91 anos em 07 de Junho de 2.016

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1 Comentário

  1. Anderson Cattoni disse:

    Das 3 terapias que o Dr. Luiz Moura recomendava, a primeira que eu experimentei e faço até hoje foi a suplementação do Cloreto de Magnésio PA, justamente por ser a mais fácil, rápida e barata. Como deu super certo, vi que tinha resultados no estado físico que melhorou, confiei e parti para a Auto-Hemoterapia, essa eu sempre li que funcionava maravilhosamente bem, mas comigo nunca percebi seus efeitos, apesar de acreditar que funciona mesmo, tanto é que pratico 1 mês e para 2 meses, mas nunca deixei de fazer regularmente. Por fim criei coragem e força de vontade para construir minha Caixa Orgônica e dessas 3 terapias foi a que mais me impressionou e que praticamente transformou a minha vida e condição de saúde, trazendo uma disposição e vontade de viver jamais experimentada. Foi aí que comecei a divulgar e, sem querer, fui recebendo encomendas para fabricar, até que isso tomou minha vida de uma certa forma que tive que decidir se continuava com meu emprego e parava com as Caixas Orgônicas ou o contrário. A Caixa Orgônica levou a melhor e deu uma reviravolta também na minha profissão. Mas essa história está aqui neste site e nos vídeos no YouTube, acessem e conheçam melhor. Abraços

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